Olá, pessoal. Esse post é a continuação do último post sobre o "Eu, Robô" de Isaac Asimov. Como falei na postagem anterior, acho inteiramente relevante falar um pouco sobre todos os contos, pois abordar superficialmente as características do livro e esquecer dos textos que o compõe seria reduzir em excesso um livro que muito contribuiu para os avanços da robótica atual. Caso não tenha acompanhado a primeira parte, não custa dar uma conferida: Eu, Robô de Isaac Asimov – Parte 1 Dito isso, vamos logo dar continuidade! Pegue Aquele Coelho – Eu só estou dizendo – começou Gregory Powell, com a paciência de uma pessoa explicando eletrônica para um idiota – que, de acordo com as especificações, esses robôs foram equipados para minerar asteróides sem supervisão. Não se espera que fiquemos vigiando o trabalho deles. – Tudo bem. Olhe, vamos usar a a lógica! – ele ergueu seus dedos cabeludos e contou. – Um: o novo robô passou em todos os testes de laboratório da fábrica...